GERALDINE CHACÓN Venezuela

Agrupamento de Escolas Dr. Vieira de Carvalho

Geraldine Chacón sempre quis defender outras pessoas. Aos 9 anos sonhava em ser advogada, aos 14 defendeu o gabinete juvenil da sua autarquia e já na universidade iniciou o grupo de estudantes da Amnistia Internacional, apelando à mudança. Tal como a sua mãe diz, “ela lutava contra qualquer injustiça que visse”. Esta paixão inspirou-a a trabalhar para uma organização que capacita jovens em algumas das zonas mais pobres de Caracas, a sua cidade natal. Mas em fevereiro de 2018, esta jovem e entusiasta membro da sua comunidade, foi detida em casa por agentes da autoridade armados. As autoridades associaram-na, erradamente, a grupos de resistência que são acusados de organizarem protestos contra o governo. Na verdade, a sua perseguição faz paz parte de uma intensa vaga de repressão a todos aqueles que criticam as autoridades venezuelanas e que defendem os direitos humanos durante a atual crise. Após quatro meses presa em condições deploráveis, Geraldine foi liberta condicionalmente em junho de 2018. Mas está impedida de sair do país e o seu processo continua aberto – por isso pode ser presa de novo, a qualquer momento e sem qualquer motivo. Ela e muitos outros ativistas pacíficos enfrentam intimidação diariamente, apenas por tentarem tornar o país num melhor lugar para se viver.

Assine e apele ao Procurador-geral da Venezuela que encerre o caso contra Geraldine e lhe conceda liberdade total para que possa continuar a defender os jovens no país.

GERALDINE CHACÓN

 

 

Em causa: Defensora de direitos humanos,

educação para os direitos humanos,

liberdade de expressão, tortura, juventude

PERSEGUIDA POR CAPACITAR

JOVENS A DEFENDEREM OS SEUS

DIREITOS